sábado, 25 de abril de 2015

Capítulo 1

"O gênio das finanças de Boston, Zachary David Alexander Efron, fica em sexto lugar em nossa lista de solteiros mais cobiçados do Nordeste. Efron, de vinte e oito anos, multimilionário com interesses financeiros em negócios diversos, ostenta a patente de Securi-Lock, uma inovação tecnológica criada faz dez anos que tem revolucionado o mundo da seguridade no lar. Viúvo faz dois anos, e sem filhos, é um homem que fez a si mesmo. Vive no exclusivo bairro residencial de Brookline, em Back Bay, Boston, mede um metro setenta e cinco. Se você quiser captar o interesse deste eminente solteiro de ouro, não precisará mais do que ir nadar, remar, ou fazer jogging".
Zac Efron escutou seu acompanhante na mesa ocultando mal o mau humor. Olhou-a, e disse:
— Afasta isso de minha vista.
— Estou impressionada — respondeu Vanessa Anne Hudgens guardando a revista na bolsa com um sorriso e um brilho no olhar que Zac conhecia bem, após terem crescido juntos —. Quem teria pensado que o fracote de meu vizinho ia se converter num "eminente solteiro de ouro"?
Mas a irritação de Zac durou pouco. Vanessa estava tão linda como sempre, com seu traje de jaqueta cinza e suas botas pretas, de inverno. Zac sentiu uma vez mais a atração sexual que tinha sentido sempre por ela, só em sorrir.
— Se soubesse que ia trazer esse lixo, não teria vindo.
A verdade era que Zac jamais teria desperdiçado uma oportunidade de ver Vanessa. E ele sabia. Vanessa tinha sido sua vizinha durante a infância, seu primeiro amor não correspondido durante a adolescência, e sua melhor amiga durante toda a vida. Encontravam-se todas as terças e quartas-feiras do mês para comer. Vanessa sacudiu o cabelo achocolatado lançando brilhos. Zac era perfeitamente consciente de que mais de um homem a observava, no bar do hotel Ritz-Carlton.
— Pois me alegro de que tenha vindo. Tenho pensado em você, me perguntando se tudo estaria bem — respondeu Vanessa contemplando o parque pela janela, com seus olhos cor de avelã.
Zac sabia que não se referia a tudo bem em geral. Na realidade, o que Vanessa queria saber era se tudo bem estava depois da morte de Taylor. Ela lhe tinha feito essa pergunta todos os meses, ao longo de dois anos, no meio da conversa e de uma forma completamente natural. Mas naquele dia Zac preferia não pensar nisso, de maneira que contestou com um tópico.
— A vida vai bem. Os negócios andam bem. E você, tudo bem?
— Bem — contestou ela com uma breve expressão de desaprovação, deixando passar — Os negócios... São os negócios.
— Algo vai mal na galeria?
— Não, mal exatamente não — vacilou Vanessa — Esta manhã fiquei sabendo que meu maior competidor está se expandido. Por enquanto não me afetou, mas com um local maior, e mais mercadoria... Estou preocupada.
Vanessa era proprietária de uma galeria de objetos artísticos a uma quadra dali, em Newbury Street, e provinha, de artigos seletos, aos ricos que aspiravam a um elegante estilo de vida. Zac tinha comprado presentes muitas vezes, e sempre lhe tinha impressionado a qualidade e a exclusividade dos objetos ali reunidos. Os preços, por suposto, iam dirigidos diretamente às classes mais poderosas.
— E o que você vai fazer?
— Não sei, mal tive tempo de pensar — contestou ela acariciando o copo de vinho — Esta manhã estive muito ocupada, mas já me ocorrerá algo — acrescentou encolhendo os ombros, sem dar importância.
— Com certeza — respondeu Zac levantando o copo em sua honra — É uma mulher de recursos, a mais imaginativa que conheci. Isso para não mencionar sua cabeça dura e sua tenacidade.
— Vá! Obrigada. Eu acho — acrescentou Vanessa dando um gole de vinho.
O garçom aproximou-se, e Zac pediu dois pratos de lagosta. Enquanto os serviam, falavam sobre o tempo, sobre um artista que Vanessa acabava de descobrir, que confeccionava lençóis e lenços de seda a mão, e sobre uma nova ideia financeira de Zac. Minutos mais tarde, uma sombra alongada projetou-se sobre a mesa. Zac levantou a vista, achando que seria o garçom, mas era uma loira de uns vinte anos.
— É Zachary Efron? — perguntou a loira num tom calculadamente sedutor.
— Sim, eu mesmo. E ela é Vanessa Hudgens.
Vanessa fez menção de cumprimentá-la, mas a loira olhou-a breve e depreciativamente e voltou-se para Zac, oferecendo-lhe a mão como se esperasse que a beijasse.
— Olá, eu sou Marie Hunt, dos Hunt de Beacon Hill, sabe? Quer jantar comigo? Esta noite, se estiver livre, ou qualquer outra noite que lhe apeteça.
— Senhorita Hunt, dos Hunt de Beacon Hill, muito obrigado por sua oferta, mas temo ter que declinar — suspirou Zac soltando a mão da loira, enjoado, incapaz de reprimir o sarcasmo, e olhando significativamente em direção a Vanessa.
— Lástima! — contestou a loira olhando brevemente a Vanessa e valorizando-a, provavelmente, por sua aparência — Aqui tem meu cartão, se mudar de opinião — acrescentou inclinando-se sobre Zac e guardando o cartão no bolso superior da jaqueta, enquanto oferecia-lhe uma tentadora vista de seu decote — Adeus.
Vanessa tossiu, reprimindo uma gargalhada. Zac olhou-a com o cenho franzido. Não ia sair com aquela loira, mas também não era de pedra.
— Não diga nem uma palavra. Nem... uma... palavra...! — repetiu Zac entredentes, calando quando o garçom se aproximou com os pratos.
— Bom, tendo em conta que me utilizou como desculpa para se desfazer dessa pobre garota...
— Sim, foi muito útil. A caminho daqui, outra mulher fez-me exatamente a mesma coisa. Teria sido muito melhor que viesse comigo
Ambos começaram a comer. Bom, Zac devorou, e ela ficou beliscando. Vanessa demorava tanto para comer como alguém qualquer em recitar a Declaração de Independência. Ao terminar, Zac olhou o prato de Vanessa.
— De nenhum modo, querido — adiantou-se ela, o tampando.
— Tinha que tentar — respondeu Zac.
Vanessa mordia o lábio inferior, parecia inquieta. Algo a preocupava, suspeitou Zac. Tinham crescido juntos em Charlestown, ao norte de Boston, no centro do distrito irlandês.
O pai de Zac tinha sido pedreiro, enquanto Vanessa vivia com seus avôs e sua mãe, que toda a vida tinha sido uma polivalente. Vanessa tinha um ano a menos que Zac. Para ele, ela tinha sido seu primeiro amor. Bom, na realidade só tinha sido um capricho, ainda que tivesse durado muito tempo. Ademais, ela jamais tinha lhe correspondido. Nem sequer sabia. Que Zac soubesse, Vanessa jamais tinha descoberto o que ele tinha sentido quando adolescente. E provavelmente fosse o melhor, porque Zac apreciava muito sua amizade.
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Olá!!!
Já começou com essa oferecida da Marie Hunt se oferecendo pro Zac 
na frente da Vanessa!? Okay ainda bem que ele despachou ela logo e que não
volte atrás fazendo o favor!!
Só acho que ele tem que se abrir pra Vanessa tipo urgentemente!! :D
Por que será que a Vanessa tá tão inquieta hein!?
Espero que tenham gostado do 1º capítulo!!
E já está valendo o nosso Top Coments ok!?
Então comentem ai...
Beijos e até qualquer hora!!

5 comentários:

  1. Ameii o cap,começou super bem,ainda bem que o zac dispensou logo essa loira,posta logo bjs bjs

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  2. Caramba,to gostando,claro,só não gostei da loira de farmácia oferecida louca por macho,o resto está perfeito!

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  3. ai amor,me desculpa comentar só agora
    mas enfim,amei o primeiro capítulo ♡♡♡
    ansiosa pra saber porque a Vanessa tá assim
    e só acho que o Zac deveria falar com ela sobre seus sentimentos
    posta mais,kisses

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  4. aiiii começou perfeito..........posta mais amore

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  5. A Vanessa tem olhos verdes nessa fanfic? Difícil de associar mas vou tentar.
    Essa Marie Hunt... Adorei ele dizendo: "Senhorita Hunt, dos Hunt de Beacon Hill" haha!
    Estou dando atenção ao gif: A Olesya Rulin! :D Amo ela!

    Posta logo.

    Beijos.

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