sexta-feira, 15 de maio de 2015

Capítulo 24

Ao notar um dedo, em seu interior, entre as pernas, Vanessa gritou de prazer e enterrou a cabeça na almofada. Então ele a penetrou de cheio com o dedo. Vanessa começou a agitar desesperadamente os quadris e ele gemeu junto a seu ouvido. Ela alongou uma mão para trás e o acariciou. Buscou seu corpo viril e puxou-o para frente, ansiando em completar a união. Zac colocou de novo a mão sobre seu ventre para sujeitá-la com firmeza e por fim penetrou-a. De imediato começou a mover-se. Lentamente, repetiu uma e outra vez o movimento até que ela voltou o rosto para ele e rogou:
— Mais depressa!
Zac soltou uma gargalhada profunda e contestou:
— Certeza de que tem pressa?
Vanessa alongou de novo a mão para trás e pressionou o traseiro contra ele, mas Zac capturou sua mão e lhe levou de novo adiante do peito, enquanto a sujeitava com a outra. Sem deixar de penetrá-la e de mover-se, Zac baixou a mão que lhe ficava livre e começou a acariciar outra vez entre as pernas. Vanessa sentiu que o clímax se acercava. Dentro dela, o corpo de Zac, sumamente rígido, começou a se liberar em seu interior. Zac a pressionou com força e jazeu-se em seu interior com uma convulsão, gemendo.
Os corpos de ambos, suados, recuperaram lentamente a calma. Zac alongou a mão e atirou dos lençóis sem mover-se, sem apartar-se dela. Beijou sua nuca, mas quando Vanessa quis se dar a volta lhe impediu, dizendo em sussurros:
— Durma, coraçãozinho.
Vanessa se deitou de novo na mesma postura e fechou os olhos preocupada. A distância que ele tinha querido impor entre eles parecia ter se desvanecido, com o fogo da paixão, mas Vanessa continuava sentindo que algo não ia bem. Os sentimentos de Zac por ela tinham mudado. E não para bem.
Com vinte e quatro semanas de gravidez, a ecografia confirmou que os bebês estavam bem. Para primeiros de setembro Vanessa estava com trinta e duas semanas, e tudo continuava igual.
—Amanhã tenho que ir ao médico outra vez — recordou Vanessa a Zac.
Depois daquela estranha noite, as coisas entre ambos iam bem, ainda que de vez em quando Vanessa se sentisse frustrada ante a distância emocional que Zac parecia decidido a impor entre os dois. Fisicamente sua relação continuava sendo apaixonada, mas Vanessa notava algo... Algo que nem sequer sabia definir. E estava segura de que não era somente produto de sua imaginação.
— Sim, eu sei — sorriu Zac levantando mal a cabeça do jornal —. Tenho anotado em minha agenda. Voltarei para casa e lhe acompanharei. Acho que este fim de semana deveríamos terminar de preparar o quarto das meninas. Já sei que tudo vai bem, mas é melhor estar preparados, porque se aproxima o parto — acrescentou Zac dobrando o jornal e o deixando sobre a mesa.
— Mas se o parto adiantar-se — advertiu Vanessa séria—, os bebês não poderão voltar a casa imediatamente.
— Não seja pessimista — comentou Zac pondo-se em pé e se acercando de Vanessa, sentada, lendo.
Zac tomou-a pelos braços e fazer levantar-se para estreitá-la em seus braços. No entanto não buscou sua boca como fazia antes, constantemente. Fora da cama, Zac evitava a intimidade entre os dois.
Segundo os médicos, os bebês estavam sãos e cresciam com normalidade. Isso era bom para eles, mas não tanto para Vanessa, que se sentia como uma baleia. Era-lhe impossível pôr calças ou amarrar os sapatos, e cansava-se só em subir umas escadas.
— Oxalá que as próximas semanas passassem rapidamente — comentou Vanessa apoiando a cabeça sobre o ombro de Zac —. Estou cansada de sentir-me feia e gorda. Estou cansada de que me doa as costas e de que me inchem os pés. E estou cansada de estar cansada.
— Eu sei — contestou Zac acariciando-lhe as costas —. Logo passará, e voltará a ser você mesma.
— Isso lhe fará feliz?
— Me alegrarei por você, mas eu lhe acho maravilhosa, tal e qual está — contestou Zac pondo um dedo embaixo de seu queixo e alçando seu rosto para olhá-la nos olhos —. Sempre me pareceu linda V. Não há um dia, desde que tinha treze anos, que não conseguisse me tirar o fôlego.
Vanessa sentiu que o coração parava, ante a sinceridade daquela confissão. Zac estava lhe dizendo que a amava, ou simplesmente que sempre o tinha excitado?
— E por que não me disse nunca nada?
— Estava com esse jogador de futebol — contestou Zac depois de fazer um gesto depreciativo, afastando-se dela —. Que chance eu teria tido?
— Não... Não sei — disse Vanessa com sinceridade, feliz e ao mesmo tempo... Doente. Não, doente não era a palavra, mas também não enfadada. Na realidade sentia-se magoada —. Então você...?
— Zac — interrompeu-a James abrindo a porta. Ambos se voltaram para ele —. Desculpem-me. Há algumas coisas que quero que revise Zac. Tirei-as ontem do armário, ao fazer limpeza. Pode ser que tenha algo que queira guardar.
— Bem — disse Zac se dirigindo a Vanessa —. Quer vir revisar comigo?
Vanessa assentiu, compreendendo que o instante de sinceridade tinha passado e que não voltaria a surgir outro, enquanto ela não lhe revelasse seus sentimentos e arriscasse na existência de algo mais que carinho, atração e lembranças entre os dois. Ambos seguiram James até a pequena sala de jantar informal junto à cozinha, onde o mordomo tinha deixado várias caixas.
— O que não quiser mais deixa aí, eu me ocuparei disso — disse James deixando-os sozinhos.
— Pergunto-me que terá aqui — comentou Zac abrindo uma caixa —. Coisas do colégio. Livros de texto — acrescentou apartando a um lado a caixa e abrindo outra.
De repente o rosto de Zac iluminou-se e Vanessa aproximou-se a ele para ver que tinha.
— Que é?
— Coisas de bebê! — sorriu Zac.
— De bebê?
— Sim, Taylor comprou-as, quando começamos a falar da possibilidade de ter filhos — explicou Zac —. Revisa você, e guarda o que queira — acrescentou sacando uma manta e esboçando uma expressão tão terna que Vanessa sentiu que lhe apertava o coração —. Lembro quando Taylor teceu isto. Não acha que Bella ou Lynda estariam lindas, envolvidas nesta manta?
— Humm — respondeu Vanessa profundamente magoada e humilhada —. Acabo de recordar que tenho ligar para Ashley. Vou ao escritório.
— Pode utilizar o aparelho que há aqui.
— Não, não importa — contestou Vanessa desaparecendo.
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Fico feliz que a Bella e a Lynda estão bem!! Não vejo a hora delas chegaram
pra quem sabe elas não mudam a atitude dos pais em questão
de esconder o que estão sentindo!!
Mais essa agora!! Tudo bem que a Taylor foi a primeira mulher do Zac
mas quando o fantasma dessa mulher vai parar de rondar!? Quando é que
o nome dela vai parar de ser pronunciado!?
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Beijoooos e até mais!!

3 comentários:

  1. Que triste!
    Adorei o capítulo, e concordo... essas meninas tem que nascer logo

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  2. Ai mds o James e um fofo ,as apareceu na hora errada!O Zac podia prestar mais atenção ,ele ia perceber como lembrar Taylor ,faz mal pra Nessa,coitada!Eles tem que se declarar logo affff!Posta mais ,bjs,bjs

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  3. Aii meu Deus....tô cada vez mais ansiosa
    gente,eu amo o James,mas ele tinha que aparecer bem nessa hora??????
    e o Zac??? que idiota,devia parar de falar da Taylor,eu não aceitaria isso
    amei o capítulo ♥♥♥
    espero que Zanessa se resolvam logo
    posta mais,kisses

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